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quinta-feira, 29 de junho de 2006

Já tive o coração despedaçado tantas vezes e de tantas formas diferentes,
Que minha alma, ferida, parece ter chegado ao limite da dor.
Vive uma anestesia de coma.

Já não sente o impacto de uma nova ferida, mas se perde nele, se esvaindo em lágrimas que já não existem, entorpecida por atos sem emoção.

Inconfessável do que uma alma machucada é capaz.

sexta-feira, 9 de junho de 2006

Tou por aí arrumando a casa, limpando a lama, secando os fragmentos de memória que ainda podem ser aproveitados, jogando o resto fora, conhecendo novas inspirações.

E não me espere pra jantar, não sei a que horas volto.