Aperto no peito.
Vontade de chorar.
Aquela existência, tão distante agora,
Se faz presente em intensidade impensada.
"Mas eles se esquecerão dos céus, dos olhos, das estrelas, e serão fumaça abraçando o dia inteiro"
Sempre presente a ausência.
Por vontade própria o mantenho distante dos meu olhos
no infinito onde minhas vistas não podem enxergar,
mas o infinito reside no meu peito.
"Ninguém sabe contar até dez ou se deixar ver através."
No vazio silêncio guardei
o que não posso mais mostrar.
Abraço o mundo.
Te sei parte dele.
"Contamos estrelas prá perder a conta da mesma forma que amamos sabendo que um dia acaba"
Num tropeço descubro:
Espero... pra sempre espero.
Num presente cheio de vida
de sentimentos intensos e sexo perfeito
ainda dói a perda e a culpa
ainda vive uma ilusão de futuro
E nunca acaba.
"...nos perdemos mas sabemos que sempre estará lá o objeto de nosso desejo."
domingo, 19 de agosto de 2007
Postado por Srta Luxúria às 22:21
Marcadores: Divagações
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2 comentários:
Só pra constar, as frases em itálico não são de minha autoria.
"Num presente cheio de vida
de sentimentos intensos e sexo perfeito
ainda dói a perda e a culpa
ainda vive uma ilusão de futuro
E nunca acaba."
Perfeito!
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