CLICK HERE FOR BLOGGER TEMPLATES AND MYSPACE LAYOUTS »

domingo, 19 de agosto de 2007

Aperto no peito.
Vontade de chorar.
Aquela existência, tão distante agora,
Se faz presente em intensidade impensada.

"Mas eles se esquecerão dos céus, dos olhos, das estrelas, e serão fumaça abraçando o dia inteiro"

Sempre presente a ausência.
Por vontade própria o mantenho distante dos meu olhos
no infinito onde minhas vistas não podem enxergar,
mas o infinito reside no meu peito.

"Ninguém sabe contar até dez ou se deixar ver através."

No vazio silêncio guardei
o que não posso mais mostrar.
Abraço o mundo.
Te sei parte dele.

"Contamos estrelas prá perder a conta da mesma forma que amamos sabendo que um dia acaba"

Num tropeço descubro:
Espero... pra sempre espero.
Num presente cheio de vida
de sentimentos intensos e sexo perfeito
ainda dói a perda e a culpa
ainda vive uma ilusão de futuro
E nunca acaba.

"...nos perdemos mas sabemos que sempre estará lá o objeto de nosso desejo."

2 comentários:

srta Luxúria disse...

Só pra constar, as frases em itálico não são de minha autoria.

Pequena disse...

"Num presente cheio de vida
de sentimentos intensos e sexo perfeito
ainda dói a perda e a culpa
ainda vive uma ilusão de futuro
E nunca acaba."

Perfeito!